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·   História de Portugal de José Hermano Saraiva

·   Wikipédia - Enciclopédia

 

 

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Ordem de Malta

HISTORIA

Cerca do ano de 1099, alguns mercadores de Amalfi fundaram em Jerusalém, sob a regra de S. Bento e com a designação de Santa Maria Latina, uma casa religiosa para recolha de peregrinos. Anos mais tarde construíram junto dela um hospital que recebeu, de Godofredo de Bulhão, doações que lhe asseguraram a existência, desligou-se da Igreja de Santa Maria e em 1113, o Papa nomeou-a congregação, sob o título de S. João dando-lhe regra própria.

Em 1120 Raymundo de Puy, foi nomeado grão-mestre, acrescentando ao cuidado com os peregrinos, o serviço militar.      

A partir de 1530, estabeleceu-se na Ilha de Malta, designando-se por isso de Ordem de Malta.


PRESENÇA EM PORTUGAL:

A sua existência em Portugal remonta ao período final do governo de D. Teresa.
Esta teria concedido, por alturas do ano 1122, aos freires desta ordem o mosteiro de Leça do Balio, sua primeira casa capitular.

O testamento de D. Afonso Henriques, em 1179 atesta a importância que esta Ordem já então teria:
(...) Eu, Afonso, rei dos Portugueses, considerando a minha morte e o dia do severo juízo, quando cada um será retribuído segundo as suas boas ou más acções (...), tendo ponderado diligentemente, decidi dispor de certa parte da minha fortuna, isto é, de 22000 maravedis que tenho depositados no Mosteiro de Santa Cruz e reparti-los em benefício da minha alma depois da minha morte da forma seguinte: primeiramente, a Ordem do Hospital de Jerusalém, 8000 mosmodis e 400 marcos de prata menos 24, pelo que damos 162 maravedis e 6000 maravedis maiores.(...) Ao hospital novo de Guimarães, ao de Santarém e ao de Lisboa, 260 maravedis. (...)

De notar que um marco de ouro (229.4 g) correspondia a quinze maravedis. Nesta altura, a palavra hospital tinha sentido diferente do actual; era abrigo para viajantes, peregrinos, um albergue que seria o antepassado da estalagem. O rei D. Sancho II em 1232 doou-lhe  largos domínios de terra, entre elas as terras de Crato, onde os freires fundaram uma casa
que se tornou célebre.O superior português da Ordem dos Hospitalários era designado pelo nome de prior do Hospital, e a partir de D. Afonso IV por prior do Crato. Não consta que por esse tempo tivessem os Cavaleiros do Hospital mosteiro de freiras, embora tivessem fratisas que usavam hábito e viviam em suas casas. O primeiro mosteiro de freiras hospitalário foi fundado em Évora, em 1519, por Isabel Fernandes, e mais tarde transferido para Estremoz pelo Infante D. Luís, quando este foi prior do Crato, ele era filho de D. Manuel I.

Desde que foram expulsos da sua sede na Ilha de Malta em 1700 por Napoleão, tiveram de se contentar com uma pequena propriedade perto do Vaticano em Roma. Nos últimos séculos, diz-se que eles trabalhavam para os serviços de espionagem do Vaticano.
Recentemente recuperaram o seu Castelo de Valletta na ilha de Malta, mas o maltês já não os aceita como senhores.
Os membros desta Ordem são geralmente escolhidos entre os médicos, homens de ciência ou com tendências para o sacerdócio. Aparecem em público normalmente muito bem vestidos, acreditando em padrões altos de limpeza e higiene.

São dedicados a obras beneficentes, especialmente no auxílio pelo mundo inteiro em serviços de ajuda a desastres.

 

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